O mercado para um transgênero tem um índice muito baixo segundo a Carta Capital a Associação das Travestis e Transexuais do Triângulo Mineiro (Triângulo Trans), apenas 5% das travestis e transexuais de Uberlândia estão no mercado de trabalho dito formal. As demais, 95%, estão na prostituição.
Perguntada se já presenciou a rejeição no mercado de trabalho, a mesma conta: "Diretamente, não!" Mas que em entrevista apesar de estar qualificado para o cargo a pessoa simplesmente te olha e faz questão de não prestar atenção na sua presença. Conta, que há uma falta de respeito ao chamá-lo de Mariana no seu trabalho, mas devido a sua transação não chega ser um ato homofóbico e sim falta de conhecimento. Acredita que no final da sua transação alcançara seu direito de ser chamado de Rodrigo, explica que o que falta nas pessoas é conhecer, aceitar e acreditar que uma pessoa transgênera tem a mesma capacidade de uma pessoa Heterossexual.
Atualmente devido a muita restrição, transgêneros se destacam por inúmeros fatores por cada vez mais se igualar, pela sua determinação e conquistas. Assim como Mariana, hoje Rodrigo, apesar de preconceitos e restrições devido a sua escolha de gênero é feliz, buscou mostrar o seu trabalho e que sua opção por mudança de gênero não muda em nada e sim o faz forte. Assim como Rodrigo, possui vários outros trans na busca de igualdade.
Rodrigo deixa uma mensagem “Não temos que ter medo de ser transgênero, temos que ter medo da falta de conhecimento... Não adianta se esconder em uma capa de transexual e usar isso como uma desculpa, uma deficiência e sim se adequar ao que você quer fazer.”

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